Workshop: Bases para a Conservação da Biodiversidade do Estado de São Paulo

Grupos Sistemáticos - Invertebrados Marinhos

Participaram da reunião:

  • Cláudio Gonçalves Tiago, CEBIMar-USP
  • Álvaro Esteves Migotto, CEBIMar-USP
  • Sérgio de Almeida Rodrigues, IBUSP
  • Ana Maria Gouveia Monteiro, IBILCE-UNESP(SJRP)
  • Adilson Fransozo, IB-UNESP( BOTUCATU)
  • Luz Amélia Vega Perez, IOUSP
  • Renata Ramos Mendonça, PROBIO/SP-SMA
  • Eduardo Hajdu, Museu Nacional-UFRJ
  • Peter Schalk, ETI/UNESCO (HOLANDA)
  • Donald Potts, UCSC(EUA)
  • Valéria Flora Hadel, CEBIMar-USP
  • Tiago E. M. Duque Estrada, IB/UNICAMP
  • Osmar Domaneschi, IBUSP
  • Carlos Eduardo Falavigna da Rocha, IBUSP
  • Antonia Cecília Zacagnini Amaral, IB/UNICAMP
  • Luiz Ricardo Lopes Simone, MZUSP
  • Fábio Lang da Silveira, IBUSP

Posição Final

  1. Identificação de lacunas Dos 34 filos de invertebrados com representantes marinhos, temos a seguinte situação em relação aos documentos para publicação:
    1. 14 filos com documentos já em preparação
      • Porifera
      • Cnidaria
      • Gastrotricha
      • Kinorhyncha
      • Nematoda
      • Chaetognata
      • Mollusca
      • Sipuncula
      • Echiura
      • Annelida
      • Curstacea
      • Phoronida
      • Echinodermata
      • Chordata

    2. 14 filos com especialistas a serem contatados para a preparação de documentos
      • Placozoa
      • Ctenophora
      • Platyhelminthes
      • Rotifera
      • Priapulida
      • Nemertinea
      • Pogonophora
      • Tardigrada
      • Uniramia
      • Cheliceriformes
      • Entoprocta
      • Ectoprocta
      • Brachiopoda
      • Hemichordata

    3. 6 filos sem especialistas a serem contatados para a preparação de documentos
      • Mesozoa
      • Gnathostomulida
      • Acantocephala
      • Loricifera
      • Nematomorpha
      • Cycliophora

      A data limite para entrega dos textos para a coordenação de invertebrados marinhos foi fixada em 15 de outubro de 1997.

  2. Padrão de texto para publicação

    O texto final para publicação seria dividido em quatro partes e duas caixas, de acordo com os itens listados abaixo e incluiriam, em um texto corrido, os assuntos listados dentro de cada título.

    1. Introdução
      • histórico dos estudos no Brasil e no Estado de São Paulo
      • habitats
      • padrões de distribuição
      • importância ecológica
      • importância econômica

    2. Estado do conhecimento
      • número de espécies registradas no mundo, Brasil e São Paulo e estimativa dos números mínimo e máximo esperados
      • táxons, ambientes e regiões mais e menos conhecidos
      • endemismos, espécies invasoras e introduzidas
      • espécies ameaçadas e estratégias de preservação

    3. Metas
      • esforços de coleta necessários
      • formação e/ou manutenção de coleção
      • infraestrutura
      • necessidade de treinamentos, formação de recursos humanos, etc.

    4. Bibliografia básica
      • revisões e obras de síntese

      Box:

      Pesquisadores no Estado (ou que trabalham com material do Estado): instituição, grupo(s) abordado(s), linha de pesquisa, etc.


      Box:

      Coleções: grau de representatividade (número de espécies depositadas, número de lotes, etc), estado em que se encontram, grau de informatização.


      Tamanho máximo: 20 laudas A4, espaço duplo, fonte 12 pt, margens 2,5 cm

      Data limite: 15 de outubro de 1997 (para entrega dos textos para a coordenação de invertebrados marinhos).

  3. Publicação de lista

    Considerada possível, mesmo que apenas através de meios eletrônicos. Para alguns grupos a lista já estaria praticamente pronta.

  4. Produção de lista utilizável, inclusive com chaves de identificação

    Considerada possível e necessária, a médio prazo e através de uma "linha de financiamento" do Programa de Biodiversidade. Para alguns grupos já existiriam textos de catálogos/manuais de identificação com lista, chaves, figuras, etc, para publicação.

  5. Escala de espacialização

    O grupo considerou muito difícil definir a escala de espacialização devido à grande variação da forma de anotação do local de coleta, desde um simples ponto (coordenadas geográficas), passando por radiais posicionadas em praias ou costões, as próprias ou costões, ou até mesmo, simplesmente, o município. Desta maneira optou-se por não haver, neste momento, uma padronização de escala de espacialização, mas que, no mínimo, seria assinalado o município como o local da coleta. No futuro imediato, o desejável seria a anotação das coordenadas geográficas no sistema de coordenadas latitude/longitude, através da utilização de equipamento para geoposicionamento (GPS), além da localização exata em praias, costões e acidentes geográficos e da anotação da profundidade.



Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP
Centro de Referência em Informação Ambiental, CRIA