Workshop: Bases para a Conservação da Biodiversidade do Estado de São Paulo

Grupos Sistemáticos

OBJETIVO

Sistematizar as informações dos documentos e definir o caráter dos capítulos do livro a ser publicado com o material do workshop (tipo de abordagem; histórico; lista de espécies; lista das coleções; lista bibliográfica; etc...)

  1. Invertebrados Não Marinhos
    Coordenadores: Carlos Roberto Brandão & Gilberto J. de Moraes
  2. Invertebrados Marinhos
    Coordenadores: Álvaro E. Migotto & Cláudio G. Tiago
  3. Vertebrados
    Coordenadores: Naércio A. Menezes & Ricardo M. C. e Castro
  4. Microrganismos, Fungos, Liquens e Algas
    Coordenadores: Vanderlei P. Canhos & Carlos Eduardo. de M. Bicudo
  5. Briófitas, Pteridófitas, Gymnospermas e Angiospermas
    Coordenadores: George J. Shepherd & Inês Cordeiro

METAS

  1. Identificar lacunas importantes nos documentos (por exemplo, a falta de um documento específico sobre um grupo significativo), encontrar a solução (definir quem do grupo fica encarregado de resolver o problema, escrevendo o documento ou contactando alguém que possa fazê-lo) e definir uma DATA LIMITE para a obtenção dos documentos que faltam.

  2. Homogeneizar os textos para publicação e DEFINIR UMA DATA LIMITE para as alterações finais: Sugestão de padrão:
    1. Histórico dos estudos no Brasil e no Estado de São Paulo;
    2. Número de espécies registradas (Mundo, Brasil, SP) e estimativas dos números mínimos e máximos esperados;
    3. habitat dos taxa;
    4. padrões de distribuição geográfica;
    5. endemismos, espécies ameaçadas, espécies invasoras e introduzidas;
    6. importância ecológica e estratégias de preservação;
    7. identificação de fontes de informação ou quando possível, definir por grupo: a importância econômica (usos conhecidos ou potenciais); práticas de manejo (interface com pesquisa de áreas aplicadas como agricultura, zootecnia, etc...); uso biotecnológico de espécies do grupo (incluindo a concessão de patentes; existência de contratos firmados com pesquisadores e/ou empresas nacionais, estrangeiras ou multinacionais, para exploração e/ou screening de espécies para fins de uso comercial);
    8. pesquisadores no estado (ou que trabalham com material do estado);
    9. coleções - grau de representatividade; estado das coleções; etc...;
    10. necessidades a curto prazo para uma significativa melhora no nível de conhecimento sobre o grupo;
    11. bibliografia básica.

  3. É imprescindivel a publicação, mesmo que apenas através de meios eletrônicos, das listas de espécies. No livro a ser publicado (impresso) após o workshop teríamos uma Sinopse de Taxa, número de espécies estimado, ambientes, importância, estado do conhecimento, pesquisadores/ taxonomistas, literatura para S.Paulo e/ou Brasil. Não serão incorporadas chaves, listas detalhadas por ambiente mas a disponibilidade destas informações deverá ser explicitada no texto (inclusive como localizar a informação e a viabilidade de disponibilizá-la eletronicamente).
  4. Avaliação de viabilidade e esforço (pessoas/tempo) necessário para produzir uma lista utilizável, inclusive chaves de identificação (mas não revisões extensas), para cada grupo. Indicar se existem especialistas paulistas/brasileiros que poderiam fazê-lo, dadas as condições. Caso não haja especialistas no país, a possibilidade de alguém do exterior fazer e treinar pesquisadores brasileiros no decorrer da empreitada.
  5. Definir a escala de espacialização das informações disponíveis para subsidiar a etapa seguinte e o grupo de georeferenciamento.

RESULTADOS

  1. Invertebrados não Marinhos
  2. Invertebrados Marinhos
  3. Vertebrados
  4. Microrganismos, Fungos, Líquens e Algas
  5. Briófitas, Pteridófitas, Gymnospermae e Angiospermae


Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP
Centro de Referência em Informação Ambiental, CRIA