Workshop de áreas prioritárias para conservação e recuperação


Informações sobre os mapas da Conservation International


Mapa de áreas prioritárias:
clique aqui para saber mais sobre o mapa

Legenda:
1 - Extremamente alta (vermelho)
2 - Muito alta (marrom)
3 - Alta (azul)
4 - Insuficientemente conhecida (verde)


Mapa de remanecentes de vegetação por área (ha)
As classes de 1 a 9 representam remanescentes com tamanhos de:
1= 1 -10 ha
2= 10,1 - 40 ha
3= 40,1 - 60 ha
4= 60,1 - 100 ha
5= 100,1 - 500 ha
6= 500,1 - 1000 ha
7= 1000,1 - 5000 ha
8= 5000,1 - 20000 ha
9= maior que 20000 ha


Mapa de Análise de Lacunas (GAP)
Desde a realização do V Congresso Mundial de Parques, na África do Sul, em 2003, a Conservação Internacional tem investido em algumas iniciativas para a avaliação da representatividade de espécies em unidades de conservação e para a identificação de prioridades com base em metas de conservação explicitamente definidas. Esta abordagem, também conhecida como ‘análise de lacunas’ é baseada no trabalho de Rodrigues et. al (2003) que revelou que embora o sistema mundial de áreas protegidas tenha ultrapassado no nível global, a meta de conservar pelo menos 10% da área de cada bioma, muitas espécies ainda encontram-se desprotegidas pelo atual sistema.

Utilizando os mesmos critérios e uma base de dados refinados sobre a localização de 104 espécies de vertebrados terrestres ameaçados e sobre a localização de unidades de conservação para a Mata Atlântica brasileira, Paglia et. (2004) identificaram as espécies que não estão efetivamente protegidas pelo atual sistema de unidades de conservação e também a localização espacial das áreas consideradas mais importantes ou insubstituíveis para que conjuntos de metas de conservação definidos para estas espécies fossem atingidos ( veja o PDF completo ).



Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP
Centro de Referência em Informação Ambiental, CRIA